Junto a minha indignação à da Fernanda e
da Valupi, provocada
pelo "vómito" de Francisco
Teixeira da Mota que, na sexta-feira passada, "empestou" os leitores do Público com o seu conceito de "vida privada":
– "O facto de vivermos com alguém não é, em
princípio, um facto privado, antes fazendo parte do domínio público, no sentido
de ser, pelo menos, do conhecimento de quem nos conhece".
– E de quem não nos conhece? Deverá ser divulgado…?
Ora, bolas! É preciso descaramento e presunção para titular
o seu artigo de opinião com a afirmação "Escrever direito"…
– Será que quer dizer "escrever direito, por linhas
tortas…"? – Isto, só Deus…
– Será que quer fazer jurisprudência com este novo
conceito…?
Não sei qual foi a sua intenção; porém, subsistem algumas dúvidas
sobre as quais gostava de poder ser esclarecido:
– A quem serviu a divulgação deste novo conceito de Vida Privada, defendido por Francisco
Mota…?
– Quando se vive com alguém (mesmo que se pretenda manter
sigilo sobre esse facto), é obrigatório publicitar
essa união…?
– Qual é o conceito de "foro privado" que o autor do "vómito" pretende "identificar"…?
– Quando se tenta dar cumprimento e agradar à Voz do Dono, vale tudo …?
– Quem é o Dono da
Voz… e a quem (ou a quê) obedece…?
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