Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de maio de 2012

PORTUGAL ESTÁ MELHOR…?





Afinal, o que é Portugal…?

– Será, somente, uma marca que se pretende preservar e desenvolver para agradar às minorias poderosas…?

– Será uma superfície delimitada, com fronteiras bem definidas, com características climatéricas específicas, de amena temperatura, etc., onde os estrangeiros podem, sem grande esforço financeiro, gozar uns períodos agradáveis…?

Depois de ler o discurso de Bagão Félix no Sol confesso que estou confuso e começo a questionar-me se estarei, ou não, enganado…

Para mim, Portugal é o conjunto – e cada um – de todos os portugueses irmanados nas suas raízes culturais, históricas, de tradição e de costumes que expressam a característica inconfundível de um povo que ao longo da sua história se afirmou no mundo – o Povo que melhor exemplificou e criou o espírito da globalização.

Portugal sem portugueses não é Portugal…! Poderá ser o que quiserem aqueles que o conquistarem; mas, este País, sem portugueses, não é Portugal.

Penso que, mais uma vez terá faltado a coragem ao Dr. Bagão Félix. O que deveria dizer era que "Portugal está pior porque os portugueses estão bastante mal e os seus governantes não honram a sua história, nem cumprem as promessas feitas – são mentirosos!"

Mas, a cada dia que passa, apercebemo-nos que é preciso mais coragem para dizer a verdade; embora saibamos por experiência adquirida ao longo dos quase 9 séculos de existência que a verdade é mais forte que as algemas…!

Libertemo-nos…!

sábado, 27 de agosto de 2011

Portugal estará a saque?


Depois do negócio (leia-se oferta) do BPN e das ameaças de outras tantas combinações do mesmo género, quase que acreditamos que Portugal estará a saque. Todavia, “dói-nos” muito mais estas “chagas” quando lemos a opinião produzida sobre nós, em alguns órgãos de comunicação social dos países estrangeiros, onde imperam as personalidades “interessadas” em negócios semelhantes aos referidos.
Leia-se, por exemplo, (aqui) o artigo parcialmente produzido neste post.


(clique para ver maior)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Que grande confusão…!


A 23 de Agosto, Carlos Moedas, Secretário de Estado adjunto do Primeiro-ministro, informa que o Governo ainda não tem uma posição oficial sobre os eurobonds.

 (clique para ver maior)

A 25 de Agosto, o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, considera interessante a emissão de obrigações europeias (eurobonds) para ajudar a resolver a crise…
  (clique para ver maior)

A 26 de Agosto, a Chanceler alemã, Angela Merkel, reitera a sua oposição à criação das euro obrigações (eurobonds).
  (clique para ver maior)

Quinta-feira, dia 2 de Setembro, Passos Coelho reunir-se-á com Angela Merkel.

 (clique para ver maior)

Nessa altura saberemos a posição oficial do Governo Português…

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O País que o Sr. Ministro julgava vir encontrar já não existe


Respeito em demasia os nossos emigrantes dos anos 60 do século passado (a quem muito devemos), para me quedar impávido e sereno a olhar os arremedos populistas dos Sr. Ministro Álvaro.
Porque me refiro aos emigrantes dos anos 60?!
Nos anos 60 do pretérito século, os nossos emigrantes, quando regressavam de férias, assistia-lhes uma ideia primordial (logo a seguir a “matar saudades da família) – informar as gentes da sua aldeia acerca das “novidades” e “grandes maravilhas” que encontraram nesses novos mundos que “foram descobrir”. A educação que o Estado Novo lhes permitiu ter na sua própria terra, além de deficiente, era desvirtuada: Branqueou-se a nossa história, impediu-se a divulgação dos novos conhecimentos, apartou-se o povo da realidade europeia e mundial, produziram-se chavões saudosistas e lamurientos do amor pátrio, sonegou-se um dos principais direitos do Homem – a Liberdade –, apelando-se para o sentimento do “orgulhosamente sós”.
A política e o princípio do “orgulhosamente sós” foram desmontados por esses verdadeiros heróis – os emigrantes dos anos sessenta.
Voltando ao Sr. Ministro Álvaro.
O Sr. Ministro trata-nos como se fôssemos as vítimas de um Estado, em que ele é o salvador e traz-nos a salvação, com “os seus privilegiados novos conhecimentos” daquilo que se faz lá fora.
O Sr. Ministro está equivocado!
O País que o Sr. Ministro julgava vir encontrar, já não existe. Começou a transfigurar-se nos anos 60 do Século XX e foi-lhe devolvida a dignidade total, em Abril de 1974.
Desde então para cá, fomos obrigados, por nós próprios, a crescer. Fomos reconhecidos como par entre iguais, na Europa. A nossa competência científica e técnica é por de mais reconhecida no Mundo inteiro.
Por tudo isto, peço-lhe, Sr. Ministro, não venha mostrar-nos o que já conhecemos. Aquilo que os nossos emigrantes fizeram nos anos 60 foi meritório. Aquilo que o Sr. está a querer fazer é, no mínimo, deselegante. Se, por mero acaso, a sua atitude não tem uma intenção inconfessável e continua a apregoar “novas”, então, vejo-me obrigado a pedir-lhe, por respeito a este povo que tão grandiosos filhos teve e tem – demita-se!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

(In)dependência III


Sabem mais sobre privatizações no estrangeiro do que nós, em Portugal. Já falei sobre assunto semelhante aqui. O alerta para falar sobre este tema – (In)dependência – foi-me dado por este artigo da Visão:

(Clique na imagem para ver maior)

Hoje fui confrontado com outro artigo semelhante que me faz questionar como é que estas pessoas têm acesso a informação tão privilegiada como a das privatizações:

(Clique na imagem para ver maior) 

Será que isto acontece porque o Governo extinguiu a Comissão de acompanhamento das Reprivatizações:

(Clique na imagem para ver maior)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

(des)Governo

Isto foi dito hoje.


(clique na imagem para ver maior)


Amanhã, 12 de Agosto, sexta-feira, teremos mais surpresas...
... do Governo.



terça-feira, 2 de agosto de 2011

Roadshow para a venda de Portugal ou a Arte de Negociar


Que negociação foi essa da venda do BPN que Os partidos do Governo querem ouvir a secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, sobre a venda do BPN amanhã” (ver aqui), O PS vai requerer a audição parlamentar dos investidores preteridos na compra do BPN, que vai ser adquirido pelo BIC” (ver aqui) e José Monteiro Castro, representante do NEI nas negociações do BPN, diz não ter confirmação oficial de que o negócio do BPN esteja fechado” (ver aqui)?
Será que as viagens do Ministro dos Negócios Estrangeiros se poderão considerar como fazendo parte de um RoadShow para promover Portugal em Saldos? (ver aqui e aqui)? Ou é a arte de negociar que impera aqui?
De uma coisa poderemos ter a certeza:
“Dois mil e quinhentos milhões de euros depois, o Estado vende o BPN ao BIC em condições verdadeiramente únicas: reserva para si a obrigação de capitalizar o banco antes da operação em quinhentos milhões de euros e assegura as indemnizações aos cerca de cinquenta por cento dos trabalhadores do banco, que o BIC quer despachar. Tudo isto... tem como contrapartida a astronómica quantia de quarenta milhões de euros.
Ciente de que, contrariamente ao que qualquer alminha inocente imaginaria, nem ele nem os angolanos desembolsarão sequer um cêntimo para comprar o BPN, Miga Amagal não tem qualquer dúvida de que fez um negócio pgodigioso. Eu também não.”(In: Homem ao mar)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

(In)dependência


Angola: Governo angolano realiza estudo ‘profundo’ sobre privatizações em Portugal” é o título da notícia que a Lusa nos dá, através da Visão online, segundo declarações do ministro de Estado e chefe da casa Civil da Presidência de Angola, Carlos Feijó, que adiantou: “Nós estudámos profundamente o programa que a troika negociou com o Governo português, estudámos profundamente o programa de Governo do partido que venceu as eleições e estudámos profundamente o programa de privatizações que Portugal pretende implementar num curto período de tempo”. E avançou que o Governo angolano está a estudar “profundamente” a possibilidade de entrada no processo de privatizações em Portugal e que, para tal, fizeram 3 estudos profundos:
1. O do programa que a troika negociou com o Governo português;
2. O do programa de Governo do partido que venceu as eleições;
3.O do programa de privatizações que Portugal pretende implementar num curto período de tempo.
Ora o governo angolano não é ingénuo e sabe perfeitamente:
1. Que a troika negociou um programa com o governo anterior; o actual, através dos dois partidos que o compõem, limitou-se a subscrever o compromisso de cumprimento do programa;
2. Que referir-se ao programa de governo do partido que venceu as eleições é ilusório, pois
a) O governo é constituído por dois partidos que apresentaram ao eleitorado programas diferentes, apontando soluções distintas;
b) O programa do governo, propriamente dito, é um enunciado de princípios que só define linhas gerais, sem cuidar dos objectivos, metas ou estratégias, notando-se a preocupação de não inscreverem nele algo que contrariasse ideologicamente os interesses dos seus subscritores;
3. Que, se conhecem o programa de privatizações que Portugal pretende implementar num curto período de tempo – no mínimo o que posso dizer –, sabem mais que nós, portugueses.
O tempo esclarecer-nos-á o que isto quer dizer; e não me refiro a Angola, que muito estimo e respeito.
Quero acreditar que o “mercado, como os neo-liberais tanto gostam de referir, não tente comprar a nossa alma nem a nossa dignidade; pelo menos, a minha alma e a minha dignidade não está à venda; mas, se o tentarem fazer, certamente haverá mais Portugal, neste mundo, à minha espera… Os nossos antepassados já o demonstraram.